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 Demografia no Século XXI e o Envelhecimento da População 
 
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Ao longo dos últimos dois séculos os diversos países passaram ou estão passando por uma transição demográfica. Esta transição teve inicialmente como seu principal componente a redução da mortalidade infantil, seguido de um aumento da duração de vida da população adulta.


Estes dois fatores elevaram a taxa de crescimento das populações, ou seja, a velocidade de adição de novas pessoas naquele grupo populacional. Este fenômeno não ocorreu no mesmo período para todos os países e regiões do mundo. Onde ocorreu, produziu o chamado “Baby Boom”, ou seja, o nascimento em um período de duas dezenas de anos de um número excepcional de crianças.


A segunda parte deste fenômeno correspondeu à redução da taxa de fertilidade, ou seja, de redução do numero médio de filhos por mulher em idade de reprodução. A partir deste ponto, a velocidade de crescimento da população começou a diminuir, conseqüentemente esgotou-se o processo que gerou o “Baby Boom”.


A Europa, os Estados Unidos e o Japão são exemplos de países onde esta transição já ocorreu.


A partir deste ponto temos diversas situações interessantes:


- em alguns países a taxa de fertilidade caiu tanto que já não há reposição da população, ou seja já há ou haverá em um futuro próximo redução da população. Exemplos de países são o Japão e a Rússia.


- com a elevação da duração da vida haverá cada vez mais um número maior de pessoas idosas.


- com a redução da velocidade de reposição haverá um número menor de crianças com a conseqüente redução de pessoas em idade produtiva.


As conseqüências gerais previstas são:


- aumento dos custos com cuidados com a saúde devido ao maior número de idosos.


- aumento dos gastos com aposentadorias devido ao maior número de aposentados.


- redução do número de pessoas ativas no mercado de trabalho.


Como exemplo temos alguns países abaixo, comparando-se o número de aposentados acima de 65 anos para cada 100 pessoas no mercado de trabalho, para os anos de 2000 e 2025:


- de 19 para 29% nos Estados Unidos
- de 24 para 39% na Alemanha
- de 14 para 30% na China
- de 25 para 49% no Japão
- de 18 para 28% na Rússia, e
- de 8 para 15% no Brasil.


As situações do Japão e Alemanha são as mais críticas nos aspectos de financiamento das despesas com saúde, pagamento de aposentadorias e geração de resultados econômicos com uma força de trabalho em processo de redução continua.
No caso do Brasil haveria um tempo maior para os ajustes necessários exceto pelo fato de que os aposentados do setor público já tornaram inviável o sistema brasileiro de financiamento das aposentadorias.


As soluções discutidas mundialmente envolvem várias vertentes:


- elevação da produtividade da força de trabalho mediante mais tecnologia, equipamentos e educação.


- aumento da dimensão da força de trabalho com políticas de imigração, incentivo ao aumento do número de filhos por mulher, maior inclusão de mulheres e minorias na força de trabalho e postergação da aposentadoria através de incentivos, novas regras e aumento da idade mínima.


- desvinculação parcial ou total do valor das aposentadorias dos salários pagos à população economicamente ativa.


Esta “lei demográfica” esta afetando ou afetará a todos os países. Como cada país e sociedade tratarem as questões envolvidas determinará, em grande parte, a situação geopolítica de cada nação neste século.

 

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